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Autoatendimento

O portal do devedor é onde o cliente resolve a própria pendência: consulta as dívidas, paga por boleto ou PIX, simula um parcelamento e fecha acordo — sem falar com ninguém da sua equipe, a qualquer hora.

O portal tem duas formas de acesso. Esta página descreve o link rápido por token: um acesso pontual e individual, sem precisar de cadastro nem senha. Há também a conta persistente (e-mail e senha), para o devedor que quer voltar e acompanhar a própria situação ao longo do tempo.

Portal do devedor

No cadastro do cliente (Clientes → detalhe), gere o link do portal: uma URL única no formato /portal/<token>, válida por 30 dias. Envie por e-mail, SMS ou WhatsApp — inclusive pelos próprios templates da régua. Gerar um novo link não exige nada do devedor; links antigos podem ser revogados ou rotacionados (veja Segurança).

Antes de qualquer valor: verificação de identidade

Quem abre o link vê o mínimo: o primeiro nome do cliente, o nome (e a logo) da sua organização e um pedido para confirmar os 4 últimos dígitos do CPF/CNPJ. Só depois da confirmação o portal mostra valores e detalhes. Link nas mãos erradas não expõe a dívida de ninguém.

O que o devedor encontra

Depois de verificado, o portal apresenta um resumo — total em aberto, cobranças em atraso, próxima parcela de acordo e status geral — e quatro abas:

  • Cobranças — cada dívida com vencimento, dias de atraso e valor atualizado. Botões de pagar boleto e copiar código PIX direto na lista.
  • Negociar — o devedor seleciona uma ou mais cobranças e simula o parcelamento (até o teto da oferta ativa). O desconto aparece automaticamente conforme as campanhas de negociação válidas para a faixa de atraso dele; entre várias, vale a de maior desconto.
  • Acordos — acordos ativos com barra de progresso ("3 de 12 parcelas"), valores e vencimentos.
  • Histórico — o registro das interações.

Aceitando um acordo

Na simulação aprovada, o devedor aceita os termos e o acordo é criado já aceito, com parcelas geradas (primeira em 10 dias) e o IP e os termos registrados como evidência. O servidor revalida a proposta contra a oferta ativa — desconto ou parcelamento fora do autorizado são rejeitados, mesmo que alguém manipule a página (detalhes). A cobrança sai da régua e sua equipe vê o acordo na hora, com webhook para integrar o financeiro.

"Não sou eu"

Errar o destinatário acontece — número reaproveitado, e-mail parecido, homônimo. Para isso, a própria tela de verificação de identidade traz a saída: abaixo do botão de confirmar, a pergunta "Não é você?" com o link "Não sou [nome]". Quem clica vê um diálogo de confirmação que explica exatamente o que vai acontecer — a organização será avisada de que o contato pertence a outra pessoa, os envios param e o link deixa de funcionar — e pode deixar um comentário opcional. Ao confirmar, o sistema imediatamente:

  1. Marca o contato como terceiro (supressão third_party em todos os canais, sem expiração);
  2. Suprime toda notificação pendente para aquela pessoa;
  3. Revoga todos os links de portal dela.

Ninguém mais cobra aquele contato por engano — e o registro fica na trilha de auditoria. Esse fluxo não exige verificação de identidade (um terceiro não tem como confirmar o documento do devedor — e não deveria), e fica antes da verificação de propósito: é a única ação possível para quem não consegue passar dela.

:::caution Marcação sem reversão pela interface O "não sou eu" é definitivo: não há botão para desfazê-lo, e o sistema passa a recusar a geração de novos links de portal e a criação de conta para aquela pessoa. Se o cadastro estava certo e o clique foi engano, trate como um caso de correção de dados com o suporte — o desenho parte do princípio de que vale mais deixar de cobrar um terceiro do que arriscar recontatá-lo. :::

Com a sua marca

O portal exibe a logo e o nome da sua organização — o devedor negocia com a sua marca, não com um sistema desconhecido. Veja White-label.