Introdução
O servidor MCP da Régua de Cobrança é um servidor Model Context Protocol remoto que expõe as operações da API pública — devedores, cobranças, réguas, modelos de mensagem, notificações, acordos, disputas, negativações, protestos, tarefas, importações, exportações, webhooks e métricas de recuperação — como tools que um cliente de IA pode chamar. Você o conecta por URL; não há nada para instalar.
Ele é servido em host próprio, mcp.dunning.kobana.com.br, com transporte Streamable HTTP em modo stateless e autenticação por Bearer token. Nenhum certificado de cliente está envolvido.
:::info Disponibilidade
O servidor e suas 118 tools estão prontos, e a autenticação é pelo authorization server da Kobana, que já registra o recurso MCP da Régua de Cobrança e os seus escopos: pelo fluxo OAuth 2.1, em que o cliente recebe só a URL e faz o login sozinho, ou por um token pessoal criado na sua conta Kobana. A borda dedicada (distribution mcp.dunning.*, WAF e DNS) ainda está sendo provisionada.
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Quando usar
API REST (/v1) | Servidor MCP (este) | |
|---|---|---|
| Consumidor | seu backend | um cliente de IA (Claude, ChatGPT, uma IDE) |
| Configuração | token, fora de banda | uma URL |
| Transporte | HTTPS/REST | Streamable HTTP (JSON-RPC 2.0) |
| Autenticação | Bearer token emitido para a API | OAuth 2.1 ou token pessoal, sempre emitido para o MCP |
| Autoridade | a da integração | as permissões de dashboard da pessoa dona do token |
| Superfície | as operações publicadas da /v1 | 118 tools, uma por operação publicada |
O servidor MCP não substitui a API REST. Cada tool despacha in-process para o handler da /v1 que implementa a operação, então filtros, validação, regras de negócio e isolamento por organização são exatamente os mesmos. Se você está escrevendo código, use a API REST. Se está conectando um assistente, use isto.
O princípio
Uma capability só existe no MCP se existir na API pública.
Não há uma segunda implementação de nada. A tool chama o handler do endpoint com a identidade que o token do chamador já provou — a mesma pessoa, a mesma organização —, então ele roda como rodaria para qualquer requisição HTTP, e a auditoria que grava fica atribuída ao token. Uma tool faz o que o endpoint faz por REST — nunca mais.
A consequência prática: o que hoje só existe no dashboard não vira tool antes de virar endpoint. Recursos administrativos (membros, papéis, chaves, configurações) não têm tool nenhuma.
Os nomes das tools
Toda tool segue o padrão dunning_<recurso>_<verbo>: dunning_charges_list, dunning_charges_notify, dunning_agreements_accept. Os argumentos são um objeto plano em snake_case — parâmetros de caminho (id, cp_id, step_id, delivery_id), query e corpo lado a lado.
Uma tool não pertence a recurso nenhum: dunning_me devolve a identidade da conexão — a pessoa, a organização, os escopos e a expiração do token — e responde a qualquer token válido. É a primeira a chamar quando a pergunta é "qual organização estou usando?".
O que você vê é mais estreito que o catálogo
tools/list devolve apenas as tools que este chamador pode rodar, filtradas por duas coisas que só subtraem: o escopo do token e as permissões de dashboard da pessoa dona do token naquela organização. Um agente não é informado de capacidades que só levariam negativa. As regras estão em Autenticação.
Primeiros passos
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Aponte seu cliente para a URL do servidor — veja Endpoints e Clientes.
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Autorize. O cliente abre o login da Kobana; entre com uma conta da organização e autorize o acesso. Se você nunca entrou no dashboard da Régua de Cobrança com a sua conta Kobana, entre uma vez antes — veja Permissões da pessoa.
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Liste as tools para confirmar o que o seu acesso alcança — peça ao assistente, ou, com um token emitido para o MCP em mãos:
curl https://mcp.dunning.kobana.com.br/ \-H "Authorization: Bearer $MCP_TOKEN" \-H "Content-Type: application/json" \-H "Accept: application/json" \-H "MCP-Protocol-Version: 2025-06-18" \-d '{ "jsonrpc": "2.0", "id": 1, "method": "tools/list" }' -
Explore a documentação — o catálogo completo está em Tools.
Próximos passos
- Autenticação — o fluxo OAuth, o token pessoal, as permissões da pessoa, o escopo do token e os modos de falha.
- Endpoints — URLs por ambiente e rotas servidas.
- Transporte — JSON-RPC, as duas eras do protocolo, cabeçalhos e métodos.
- Resources e prompts — documentos por URI, roteiros prontos, autocomplete e a confirmação de tools destrutivas.
- Clientes — como conectar Claude Code e clientes por arquivo.
- Listagem e paginação —
page,per_page,sort_by,includee filtros. - Erros — os dois canais de falha, e por que a distinção importa.
- Limite de requisições — os baldes por pessoa e organização.
- Idempotência —
idempotency_keynas escritas. - Tools — o catálogo das 118 tools.